\n'; document.write(barra); } } changePage();
Poesias
São José do Egito - PE
| Contato | Álbum de Fotos | Notícias |
Para você relembrar um pouco dos poetas egipcienses. E sentir saudades das cantorias, estaremos divulgando algumas das poesias dos nossos poetas. Este link estará sempre sendo atualizado com novas poesias, então sempre que entrar na nossa home page não esqueça de dar uma olhada nesse link.
Nosso link de Poesias vai começar homenageando alguns poetas de São José do Egito ou que adotaram a cidade como terra natal, neste último ano perdemos quatro grandes poetas, aqui vamos prestar uma pequena homenagem a eles.
ZETO
Cantor, Compositor, Teatrólogo e Poeta, natural de
Canhotinho - PE, radicado em São José do Egito - PE
Meu Amigo
Certo dia encontrei-me com um amigo
Mesmo hoje depois de tantos anos
Amizade igual nunca encontrei
O amigo de quem falo não é gente
Zeto do Pajeú |
OTACILIO BATISTA
Otacílio nasceu em 26 de setembro de 1923, na então Vila
Umburanas, município de São José do Egito, hoje cidade de Itapetim.
Ignorância
Uma rosa pequena sem perfume
Aprendi a cantar e fazer verso
A guilhotina da guerra
Otacílio Batista |
PAULO CARDOSO
Egipciense, membro da Academia Recifense de Letras e
autor da letra do Hino de São José do Egito. Nasceu em 23 de março de 1939. O MILAGRE
Eu sinto dentro do peito
Barra de avental
Tentando conter as lágrimas
Paulo Cardoso |
| MARIANO BESERRA
Poeta, natural de Taquaritinga - PE, fez esses versos para um livro de Cordel auto biográfico, ou seja,
contou seus noventa anos de vida em versos.
90 anos de vida
Meu pai era um homem pobre
Nasci em Taquaritinga Mariano Beserra |
Agora vamos conhecer mais algumas poesias dos poetas
egipcienses ou não, se você tiver alguma poesia, não perca tempo, envie-nos para que na próxima
atualização sua poesia seja divulgada na nossa home page.
Cantando com Pinto, este disse:"Foi da
raça de Catota/ não deixo um pra veneno." Certa vez, cantando com Pedro Amorim que disse: "Sou um
fazendeiro rico/de bode, ovelha e de gado."
Puxo o pescoço depeno Zé Catota
Chamar fazenda sem gado Zé Catota SALES ROCHA
Músico, Poeta, Professor, Teatrólogo e Cantor. É natural de São José do
Egito.
Viver é Preciso
Por que não controlamos as vontades
Ou será possível que as maldades
Covardia é fugir do que nos vem
Que nem tudo que existe tem valor
Sales Rocha LAMARTINE PASSOS
Médico, Poeta
e Músico, natural de São José do Egito
Saudade
Nunca pensei que te amasse tanto
Olha a figueira sem sentido, enquanto
É tanta dor que me envelhece a alma
Já não me sinto em mim, não sou verdade,
Lamartine Passos
Bela criança de pureza infinda
Peço-te o mundo onde a paz não finda
Só de meiguice és abençoada
Deixando o céu todo iluminado
Didi de Jó
Mocidade foi ontem que passou
Aprendi descrever essa passagem
Marcos Rangel
ZÉ CATOTA
Serro o bico aparo o pé
Sendo da raça de Pinto
Só fica se eu não dê fé
Ganso, gansa, frango, franga
galo, galinha e guiné
Eu acho melhor que deixe
A cana toda cortada
Talvez que não dê um feixe
O açude que ele fala
Tem mais dono do que peixe.
Quando estamos sedentos de paixão
Pois chegamos a sentir o coração
Sobrepondo-se das nossas verdades.
Trazem consigo o segredo da razão
E nos deixa paupérrimos rentes ao chão
Sem nenhuma defesa atrás das grades.
Muitas vezes até nem nexo tem
Mas viver é preciso para ver.
Pra sentirmos o néctar do amor
É preciso viver, viver, viver...
Pois só depois que me perdi de ti,
A solidão que assombra em cada canto
Grita em silêncio: estou morando aqui.
Vejo o sanhaçu pousar sempre ali;
Mas sem ter forças pra soltar seu canto,
Cala sentindo tudo que perdi.
E um tédio louco me adultera a calma
De tanta lágrima que já verti.
E, após beber mil goles de saudade,
Não sei se ainda estou vivo ou se morri.
Didi de Jó fez este soneto quando o seu filho nasceu, num dia de lua cheia.
Mote de Manoel Filó em congresso em São José do Egito - PE.
Eu te esperava ansiosamente
Obrigado meu Deus pelo presente
Pois eu não tinha agradecido ainda
Que haja sempre luz na tua estrada
E toda porta seja escancarada
Quando chegares que sejas bem-vindo
Quando chegasse na tua jornada
Nascia a lua cheia calmamente
Pra lá de cima teu avô sentado
Te abençoar carinhosamente
E hoje vivo sentindo falta dela
Já mandei mil recados para ela
Mais nem mesmo um só me respostou
Muita gente viu e perguntou
Por que ela passava tão ligeiro
Respondi sem pensar e sem exagero
Ela veio, me usou e jogou fora
Mocidade é um vento passageiro
Beija a face do homem e vai embora.
Que vivi como ontem em minha vida
Sem dizer que a época foi perdida
Descrevendo somente, igual miragem
Que chorar o passado é bobagem
E saudade é flagelo que devora
Esse homem que em tua frente chora
Dos perfumes da vida sabe o cheiro
Mocidade é um vento passageiro
Beija a face do homem e vai embora.
POESIAS ANTERIORES
São José do Egito
Curiosidades
Pernambuco
Agenda
Culinária
Personalidades
Cultura
Canal Egipciense
Poesias